CABEAMENTO E ROTEADORES DE INTERNETNo curso de cabeamento estruturado você irá aprender tudo sobre montagem de redes e soluções em cabeamento e distribuição da internet com profissionais certificados e de forma altamente prática. Tendo conhecimentos sólidos nos tipos de fiação e topologias você torna-se apto para entrar neste mercado que atualmente conta com uma grande escassez de profissionais qualificados. |
|
|
SANTOS 12/03/2012
SÃO PAULO 06/02/2012
CONTATO SÃO PAULO
(11) 2678-7000
CONTATO SANTOS
(13) 2104-4777
| O que é uma rede? Redes locais A expansão das redes O Avanço das Redes LAN (Local Area Network) MAN (Metropolitan Area Network) WAN (Wide Area Network) Por que utilizar uma rede? Impressoras e outros periféricos Dados Aplicativos Visão geral das redes Redes ponto a ponto Tamanho Custo Sistemas operacionais ponto a ponto Implementação Onde a rede ponto a ponto é adequada Considerações sobre redes ponto a ponto Administração Compartilhando recursos Requisitos do servidor Segurança Treinamento Redes baseadas em servidor Servidores especializados A função do software Vantagens da rede baseada em servidor Compartilhando recursos Segurança Backup Redundância Número de usuários Projetando o layout da rede Topologias padrão Barramento Comunicação no barramento Envio do sinal Repercussão do sinal O terminador Interrompendo a comunicação de rede Estrela Anel Passagem de símbolos O papel da placa adaptadora de rede Preparando os dados Endereço de rede Enviando e controlando dados Endereço base de memória Selecionando o transceptor Compatibilidade da placa adaptadora de rede Comunicações de rede O modelo OSI Uma arquitetura em camadas Relacionamento entre as camadas do modelo OSI Camada de aplicativo Camada de apresentação Camada de sessão Camada de transporte Camada de rede Camada de vínculo de dados Camada física O modelo do projeto 802 Categorias 802 do IEEE Melhorias sobre o modelo OSI Sub-camada de controle de vínculo lógico Sub-camada de controle de acesso a mídia A função dos métodos de acesso Controle de tráfego no cabo Principais métodos de acesso Acesso múltiplo de percepção de portadora com detecção de colisão Método de disputa Considerações sobre CSMA/CD Acesso múltiplo de percepção de portadora com impedimento de colisão Passagem de símbolo Prioridade de demanda Disputa de prioridade de demanda Considerações sobre a prioridade de demanda Ethernet (10 Mbps) Fast-Ethernet (100BaseT) Gigabit Ethernet (1.000 Mbps) 10 Gigabit Ethernet Equipamentos para Redes Repetidores Hubs Switches Roteadores (Routers) Acessórios para Redes Transceivers e os Conversores de Mídia Ethernet Transceiver 10BaseT Transceivers 10BaseFL Conversores de Mídia Baluns e Adaptadores Configurações de Redes Configurações com Hubs e Switches Configurações com Roteadores Meios de Comunicação e Sinalização Tipos de Meios de Comunicação Cabo Coaxial Cabo de Par Trançado Blindado Cabo de Par Trançado Não Blindado As Categorias (Cabos UTP) | Categoria 3 Categoria 4 Categoria 5 Categoria 5e Categoria 6 Categoria 6e Categoria 7 Principais parâmetros de testes para cabos UTP de 4 pares Conectorização de Cabos UTP Alicate de Crimp para RJ-45 Decapador de cabos UTP de 4 pares Ferramenta de impacto Punch Down Ferramenta de impacto Punch Down 5 pares Ferramenta Spudger Deve-se tomar os seguintes cuidados Instalação de Conectores Modulares de 8 Vias Conectorização em Tomadas Modulares de 8 Vias Instalação de Painéis de Conexão ou Patch Panels Instalação Blocos de Conexão ou Blocos IDC 110 Instalação Técnicas e cuidados para o lançamento de cabos UTP Fibra Óptica Vantagens da fibra óptica Desvantagens da fibra óptica Princípio de Funcionamento das Fibras Ópticas Sistemas de Comunicação por Fibras Ópticas Classificação das Fibras Ópticas Fibras Multimodo 62,5µm núcleo e 125µm casca Fibras Multimodo 50µm núcleo e 125µm casca Fibras Monomodo Métodos de fabricação de Fibras Fabricação da preforma (conjunto núcleo + casca) Fabricação de fibras de sílica pura MCVD (Modificated Chemical Vapour Deposition) PVCD (Plasma Chemical Vapour Deposition) OVD (Outside Vapour Deposition) VAD (Vapour Axial Deposition) Puxamento Fibras de plástico Tecnologias de Construção para Cabos Ópticos Cabos Tipo Loose Cabos Tipo Tight Cabos Tipo Groove Cabos Tipo Ribbon Cabeamento Óptico para LANs Cabo Fis-Optic-DG (Direct Ground) Cabo Fis-Optic-AS (Auto-Sustentado) Cabo Optic-Lan Cabo Fiber-Lan lndoor/ Outdoor Cabo Fis - Optic-AR (Anti-Roedor) Fontes de Luz, Modulação e Multiplexação Óptica Fontes Ópticas Os LEDs (Light Emitting Diode) Os ILDs (Injection Laser Diode) Fotodetectores Os LASERS do tipo VCSEL. Comprimentos de onda Modulação e Multiplexação Modulação Multiplexação FDM (Frequency Division Multiplexing) TDM (Time Division Multiplexing) WDM (Wavelength Division Multiplexing) Atenuação e Dispersão em Fibras Ópticas Atenuação da Fibra Óptica Extrínsicos Intrínsicos Dispersão Recomendações da Norma TIA/EIA-568-B.3 Cabos Ópticos Terminações Ópticas Características Aplicação das Terminações Tipos de Conectores Emendas Ópticas Processo de Emenda Limpeza Decapagem Clivagem Emenda por Fusão Emenda Óptica Mecânica Emenda Óptica por Conectorização Teste e certificação de rede óptica Teste de Atenuação em Comprimentos de Ondas Cabos Ópticos Emenda Ópticas Conectores Ópticos Testes Analíticos Identificação das Fibras Ópticas Conectorização Fibra Óptica Kit de Ferramentas Preparação do Cabo Aplicação da Resina Preparação para Polimento Polimento Inspeção Visual Resumo da montagem do conector SC Procedimentos para Instalação de Cabos Ópticos Cuidados com cabos ópticos |